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Mensagens

Notre Dame

Que dia tão triste...quando vi as imagens da Catedral de Notre Dame a arder, até me vieram as lágrimas aos olhos! Parece impossível. Nem imagino a dor dos parisienses.  Quando fui a Paris, em 2017, visitei a Catedral e subi às torres, algo que não tinha planeado mas a fila estava pequena e fiquei tentada a ver as gárgulas de perto. Ainda bem que o fiz! Adorei aquela zona da cidade, achei um monumento extraordinário, o pináculo, os vitrais, os arcos...depois de subir todos aqueles degraus e de chegar ao cimo a arfar e com os pulmões congelados pelo ar frio, sentei-me numa cadeira de plástico cor de laranja que havia perto de uma gárgula e comi uma madalena (sim, um daqueles bolinhos que vêm embalados no pequeno almoço do hotel!), enquanto recuperava o fôlego e apreciava a vista sobre a cidade. De toda a viagem, esse fim de tarde é um dos momentos que recordo com mais saudade. Espero que Notre Dame se reerga rapidamente...não será igual...mas já se sabe, não é sobre como caímos,...

Madrid

Desde a última vez que passei por aqui, já fui a Madrid e já voltei. Foi uma viagem que correu muito bem, esteve um tempo fantástico e a cidade estava cheia de vida. Gostei do ambiente das ruas, do Museu do Prado, do Parque do Retiro, do Mercado do Rastro no domingo de manhã...de tudo. Por comparação, Barcelona (que está sempre no meu coração) é uma cidade de fantasia e Madrid uma cidade mais real...se é que se compreende assim. Venha a próxima! Praça do Sol - Urso e o Medronheiro Praça do Sol Praça Maior Mercado de S.Miguel Palácio Real Praça de Espanha O Gato da Praça do Callao Mural comemorativo do Dia da Mulher - Gran Via Gran Via Estádio Santiago Bernabeu Museu do Prado Parque do Retiro Palácio de Cristal - Parque do Retiro O Anjo Caído - Parque do Retiro Estação de Atocha Templo de Debod Porta de Alcalá Mercado do Rastro

Introvert Doodles - coisas que fazem sentido

Adeus Amor Adeus ou a Poesia

Eu quero remar, Eu quero remar mas já desististe De tanto chorar, de tanto chorar E eu não sou de largar, não sou de largar Até o teu sorriso ficou triste Mas já não te prendo Adeus, amor adeus Não queres ficar E eu aceno e finjo que entendo Que no teu barco falte eu Até um dia, amor adeus Até ao dia em que nos teus braços falte eu Até ao dia em que nos teus braços falte eu Amor, adeus Até um dia Amor, adeus E o grito seja mudo Eu quero pedir mas tu já não mudas E o que há de bonito no mundo Não seja nada sem mim Eu quero pedir Nem sei existir De tanto te ouvir De tanto te ouvir Calaram-se as vozes E eu nem sei existir Adeus, amor adeus Sem ser nos teus passos Tu queres sair E a mentir digo que ultrapasso Até um dia, amor adeus Amor, adeus Até ao dia em que nos teus braços falte eu Que no teu barco falte eu Amor, adeus Até um dia Até ao dia em que nos teus braços falte eu Até ao dia em que nos teus braços falte eu E o grito seja mudo E o que há de ...

Tão mais fácil

Prof. Doutor Amado Martins

Ou o Professor Zé Carlos, como amigavelmente lhe chamavam os alunos. Conheci-o no mestrado e foi meu orientador na dissertação. Um currículo brilhante que podia fazer com que o seu ego fosse demasiado grande...mas não. Do pouco tempo que passei com o Professor Zé Carlos, pude perceber a sua modéstia, o seu bom humor e companheirismo. O seu amor ao ensino e à enfermagem. Por tudo isto será sempre lembrado com saudade e um sorriso pelos seus colegas e pelos seus alunos. Eu lembrá-lo-ei como o professor que pôs um boneco do centro de simulação à entrada do elevador de onde eu saí e a quem disse bom dia...e de ouvir a gargalhada dele ao fundo do corredor. De me ter dito que um mês e meio era tempo mais que suficiente para terminar a dissertação...do café que me pagou à vinda embora e das dicas sobre os táxis. De ter entrado de calças de ganga e toga no braço e me ter dito "Tranqila!", quando me viu muda e aterrorizada no dia da defesa e me ter feito rir. Não sei se Deus le...

Dos julgamentos sociais

Fui a uma apresentação de teatro de umas crianças da família. No final, juntaram-se as mães todas para um lado, os professores para o outro, familiares a conversar sobre isto e aquilo quando aparece uma vizinha que a minha tia já não via há uns tempos. Eis que fui apresentada da seguinte maneira: "É minha sobrinha, é terapeuta da fala, tem 32 anos e é a única solteira agora..." Isto dito com um ar de misericórdia, de "pobrezita". A vizinha deve ter pressentido o meu embaraço, por algo pelo qual nem sequer tenho de me sentir embaraçada...e simpaticamente disse "Oh querida, faz muito bem! Tem muito tempo, temos de fazer as nossas escolhas!" Todos parados em roda a olhar para mim à espera de uma reação. Eu corada desde o pescoço até aos cabelos, a sorrir, durante aquilo que me pareceu ser uma eternidade...e, de repente, uma vontade de perguntar por alma de quem é que o meu estado civil é para ali chamado (e se a minha profissão é cartão de visita!) e o quê q...