domingo, 21 de Setembro de 2014

Do pouco se faz muito

Fui à feira do Livro do Porto, este ano nos jardins do Palácio de Cristal. Que bem me soube...comprei uns livros para os miúdos lá da clínica e outros de fichas (também para eles trabalharem, coitados :). Ainda vi um espectáculo de bailado e um concerto de guitarra e violino. Mudava-me para lá e não saia mais...Paz, beleza, distância de ti. Talvez não seja preciso mais.


sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

Resignações

Ou sem solução. Ou o que não tem remédio remediado está. Ou o que é nosso a nós vem parar. Ou como o mundo me caiu ao chão esta semana.


domingo, 14 de Setembro de 2014

Devastada. Por incrível que pareça é sempre uma novidade. Queria andar para trás oito anos e nunca te ter conhecido.

Sunday lazy sunday....

Hoje ia a um pic-nic, mas está chuva e trovoada.
Tenho sessões para preparar e roupa para passar a ferro... e os artigos cativos para ler. Já fazem parte da mobilia. 
Esta dor de cabeça não me larga.
Estou preocupada com um caso novo que recebi, que é muito grave e não sei bem por onde pegar.
Resumindo, este domingo ainda agora começou e já não está a ser assim grande coisa.
 

quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

domingo, 7 de Setembro de 2014

Férias férias férias...

Fui passar uma semaninha de férias ao Algarve com a família. Correu mesmo bem, o tempo esteve maravilhoso, deu para descansar da azáfama dos últimos três meses...mas soube a pouco, como sempre. Segunda-feira, regresso ao trabalho.
O que vale é que as minhas três companheiras de viagem e eu já andamos a escolher o destino para a próxima, é o que nos dá alento :) talvez seja Roma agora...

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

Já está!

Entreguei a dissertação ontem de manhã! Sou outra mulher. E a minha conta bancária também modificou, está mais leve, mais arejadinha. Mas estou satisfeita!:) Agora falta aquela que a meu ver é a pior parte...essa sim, pagava bem para não ter de fazer, a defesa pública. Ai que nervoso. Deve acontecer dentro de três meses... ver vamos.

quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

Ainda dos dinheiros...

Ah! Espera! Disseram que eram 124 euros, mas não, ainal são 151 euros! Porquê?? Porque me disseram o preço sem IVA! Ora, pois claro. Porque o preço sem IVA interessa-me imenso, até parece que se não mo disserem eu não o vou pagar. E a melhor? Esqueci-me lá da factura. Amanhã tenho de voltar...
Ao menos já tenho as teses ali direitinhas, vou entregá-las de manhã à faculdade. E pagar uma multa. Uma multa por entregar depois do prazo.Porquê? Porque eles decidiram encurtar o prazo um mês. Mas não faz mal, eu pago. Tenho de me libertar dos valores materiais...por este andar qualquer dia atinjo o nirvana.
 

segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

Dinheiros

Às vezes sou mesmo muito dramática e ponho-me logo a pensar o pior em todas as suas formas.
No entanto, as teses não deixam de custar 124 euros. Isso é um facto.

Esta música acordou comigo e não há meio de se ir...


E enquanto isso a tese está na gráfica :)

sábado, 23 de Agosto de 2014

Eis que o momento chegou!

Dissertação prontíssima e parecer positivo do orientador. Amanhã vou à gráfica para imprimir tudo conforme manda a etiqueta e assim que possível vou entregar à faculdade. Não vejo a hora!

segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

Escreve e escreve muito bem. Assino por baixo.

Vida de solteiro 

E a namorada?” Alguém vai me perguntar. Aí vou sorrir e responder: “Estou solteiro!”. E logo depois vem aquela cara de: “nossa, coitadinho”, quando ao meu ver era a hora certa da pessoa me abraçar e pularmos gritando: “Parabéns Campeão!” Sabe, realmente não entendo essas pessoas que colocam o fato de encontrar uma pessoa como sendo um dos objetivos primordiais da vida. Como se a ordem natural fosse: nascer, crescer, conhecer alguém e morrer. A meu ver, não é assim. As pessoas se dizem solteiras como quem diz que está com uma doença grave, alguém que precise de ajuda. Não é nada disso. Existe sim vida na “solteridão”! E das boas. E isso não quer dizer farra, putaria, poligamia ou promiscuidade. Aliás, quer dizer sim, mas só quando você tiver afim. No mais quer dizer liberdade, paz de espírito, intensidade. E olha que escrevo isso com algum conhecimento de causa, já que tenho vários anos de namoro no currículo. De verdade, do fundo do coração, eu estou muito bem solteiro. Acho até que melhor que antes. Gosto de acordar pela manhã sem saber como vai terminar meu dia. Gosto da sensação do inesperado, da falta de rotina e de não ter que dar satisfação. Gosto de poder dizer sim quando meu amigo me liga na quinta-feira perguntando se quero viajar com ele na manhã seguinte. De chegar em casa com o Sol nascendo. De não chegar em casa as vezes. De conhecer gente nova todos os dias. De não ter que fazer nada por obrigação. De viver sem angústia, sem ciúme, sem desconfiança. De viver.  Acredito que todo mundo precisa passar por essa fase na vida. Intensamente inclusive. Sabe, entendo que talvez essa não seja sua praia. Ou talvez você nunca vá saber se é. Eu mesmo não sabia que era a minha, e veja só você, hoje sou surfista profissional. O que percebo são pessoas abraçando seus relacionamentos como quem segura uma bóia em um naufrágio. Como se aquela fosse sua última chance de sobrevivência. Eu não quero uma vida assim. Nessa hora talvez você queira me perguntar: “Mas e aí? Vai ficar solteirão para sempre? Vai ser assim até quando?” E eu vou te responder com a maior naturalidade do mundo: “Vai ser assim até quando eu quiser”. Quando encontrar alguém que seja maior que tudo isso, ou talvez alguém que consiga me acompanhar. E não venha me dizer que aquele relacionamento meia boca seu é algo assim. O que eu espero é bem diferente. Quando se gosta da vida que leva, você não muda por qualquer coisa. Então para mim só faz sentido estar com alguém que me faça ainda mais feliz do que já sou, e como sei que isso é bem difícil, tenho certeza que o que chegar será bem especial. E se não vier também está tudo bem sabe? Eu realmente não acho que isso seja um objetivo de vida. Não farei como muitos que se deixam levar pela pressão dessa sociedade. Tanta gente namorando pra dizer que namora, casando pra não se sentir encalhado, abdicando da felicidade por um status social. Aí depois vem a traição, vem o divórcio, a frustração e todo o resto tão comum por aí. Não, não. Me deixa quietinho aqui com minha vida espetacular. Pra ser totalmente sincero com você, a real é que não é sua situação conjugal que te faz feliz ou triste. Conheço casais extremamente felizes e outros que estão há anos fingindo que dão certo. Conheço gente solteira que tem a vida que pedi para Deus e outros desesperados baixando aplicativos de paquera e acreditando que a(o) ex era o grande amor e que perdeu sua grande chance. Quanta bobagem. A verdade é que só você mesmo pode preencher o seu vazio, e colocar essa missão nas mãos de outra pessoa e pedir pra ser infeliz. Conheco sim vários casais incríveis, assim como tantos outros que não enxergam que estão se matando pouco a pouco. Só peço que não deixem que o medo da solidão faça com que a tristeza pareça algo suportável. Viver sozinho no início pode parecer desesperador, mas de tanto nadar contra a maré, um dia você aprende a surfar. E te digo que quando esse dia chegar, você nunca mais vai se contentar em ficar na areia. Desse dia em diante só vai servir ter alguém ao seu lado se este estiver disposto a entrar na água com você.
Rafael Magalhães

domingo, 17 de Agosto de 2014

Ele voltou. Estava aqui a tentar marcar o alojamento para as férias e aparece-me o nome dele aqui ao lado, no skype. O meu coração deu um salto. Sabê-lo à distância e sem possibilidade de falar com ele é uma coisa, estar aqui tão perto faz com que seja mais difícil de resistir. Mas não posso. Falar com ele não me traz nada de bom.
 

sexta-feira, 15 de Agosto de 2014

Balanço quinzenal

De volta.
Terminei hoje de escrever a dissertação. Falta paginar, ando em guerra com isso...fica para segunda-feira, uma amiga prometeu ajudar-me. Hoje deu-me o clik e lá escrevi tudo a eito, parecia que a inspiração toda se estava a guardar para hoje. Quando terminei até me deu vontade de chorar. De alegria, de orgulho, porque mais uma vez fiz tudo sozinha mesmo quando não parecia possível, e de tristeza, porque o meu avô que tanto me incentivou a fazer este mestrado, já não teve tempo de assistir à sua conclusão.
O outro criaturo fala comigo quase todos os dias pelo skype...na semana passada, quando eu já estava crédula que ele ia ser de novo do clube dos solteiros, ele diz-me que vai passar uma semana de férias a Londres. As viagens que não fizemos...Não me disse com quem ía, mas também não foi preciso. Não me mandou mensagem toda a semana, é porque está acompanhado. E com esta desisto de vez. Está mais que visto que não é para mim, estou cansada e desiludida. E até zangada comigo e com esta teimosia de o querer quando no fundo ele não é nada do que eu imagino para mim...não trabalha, não faz por arranjar nada que o ocupe, nunca termina aquilo que começa, passa os dias fechado em casa ao computador (bem, excepto quando vai de férias com a namorada...) e acima de tudo, ao que parece é comprometido e está para durar. Não adianta continuar nesta negação que me põe a vida parada.
Entretanto, uma amiga minha decidiu a semana passada que vai casar...amanhã. :) É no registo, não é nada do que ela queria, mas é o que pode ser no momento, e estou muito feliz por ela. Não vai haver festa, mas vou lá ver o casamento e dar-lhe um beijinho.
Já disse que terminei a dissertação?:) Caramba, consegui!

domingo, 3 de Agosto de 2014

Estes dias têm sido de doidos. Trabalho não falta, os miúdos não vão de férias e portanto o tempo que me sobra de dia para escrever a tese é nulo ou quase. Já fechei o capitulo da parte teórica e já escrevi grande parte dos resultados. Ontem sentia-me mais confiante, hoje falei com o orientador e percebi que, apesar de estar a cumprir os prazos estipulados, ainda temos muito caminho pela frente. Estou motivada, porque se entregar até ao final do mês poupo o dinheiro da propina do ano que vem (e que não é pouco!) e, sobretudo, encerro isto de uma vez e descanso um bocado a cabeça. Mas estou com medo. Com muito medo. De não fazer tudo em condições, de chegar ao fim e não entregar porque falta isto ou aquilo...Estou cansada. E sinto-me um bocado sozinha. Há dias em que a tristeza é mesmo grande, ainda que nem sempre encontre explicação para tal.
 

sábado, 19 de Julho de 2014

Vidas

Ontem ficou decidido que afinal vou entregar a tese dentro de...um mês. A minha vida, tal como a conheço, acabou de acabar.
Depois de um dia de loucos em que trabalhei 12h, terminei a noite a ver um concerto do José Cid! Caramba, percebi que conheço a músicas quase todas e diverti-me a valer!José Cid é um fixe! :)