domingo, 12 de abril de 2015

Aqui vai mais uma

Preciso de comprar uma máquina fotográfica, decentezinha, mas nada de muito caro ou complicado. Assim até uns 150 euros...Não sei que faça.

Next stop: Roma!

Viagem para Roma, marcada!!!!!
Vamos no final de maio. Estou mesmo entusiasmada! Alguém tem dicas?? E o Roma Pass, compensa ou nem por isso?
Contem-me tudo (por favor, que o respeitinho é muito bonito)! São só três dias e eu quero aproveitá-los muito muito bem!
 
 

sábado, 11 de abril de 2015

Voz

Dulce Pontes...tão aplaudida lá fora...e aqui? Como se deixa passar despercebida uma voz destas? Temos assim tantos verdadeiros talentos?


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Resumos

Dei-me agora conta que já não escrevia há exatamente um mês. Espero que a vossa Páscoa tenha sido boa, a minha foi...aniquilei doses industriais de amêndoas (daquelas roxas...hum..) e queijo e tudo e tudo. Um dia transformo-me em lontra, mas não há-de ser nada, porque os animais são nosso amigos.
Ainda ninguém me disse nada da minha defesa do mestrado, quero marcar uma viagem e com a minha sorte vai calhar nessa data. Mas adiante. No trabalhinho está tudo na mesma...a chefe é chefe mas pouco, o patrão não está muito praí virado, cada qual faz o que bem entende e quem paga sempre são as terapeutas da fala. Mesmo quando não sabem o motivo. É assim que se cresce. :p

sexta-feira, 6 de março de 2015

6 de Março - Dia Europeu da Terapia da Fala

 
Gosto de pensar que sim, que o nosso trabalho influencia positivamente a vida de alguém.
Parabéns a todos os terapeutas da fala, que são terapeutas dentro e fora do consultório, dentro e fora do horário de trabalho. Ao que têm a Terapia da Fala não apenas como uma profissão mas como uma parte importante na definição da sua vida. Aos que vestem a camisola, aos que nunca deixam de estudar, aos que fazem o que lhes compete e o que vai em regime de "voluntariado", aos que telefonam, aos que fazem os relatórios todos que são precisos para alguém ter um apoio, aos que reivindicam, aos que ouvem, aos que dão a mão, aquele abraço...aos que confortam, aos que gastam boa parte do ordenado em material para as sessões, aos que são os melhores clientes das lojas de tinteiros...aos que também trabalham por dinheiro, mas cujo objetivo principal não é o final do mês. A todos os que fazem desta profissão a melhor do mundo!Parabéns!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Guilty pleasure

Esta pessoa e as suas músicas. Deve ter a ver com os meus antepassados do lado de lá... :)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

É assim mas com mais molho

Entreguei a dissertação em Agosto "ah e tal, tem de pagar uma multa de 60 euros por ter passado 15 dias do prazo de entrega normal...sabe que as defesas têm de ocorrer todas até ao fim de Dezembro, não pode haver atrasos!" Que dia é hoje, mesmo?? Ah...25 de fevereiro... E já fui chamada para defender? Não. Ok então. 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Ora, voltamos ao mesmo de sempre...Ele desaparece e eu fico perdida. E escolhe sempre este mês, deixa passar o meu aniversário e esfuma-se sem mais explicações. E eu sei que vai ser sempre assim e também sei que nunca vai mudar e que a culpa não é de mais ninguém senão minha. Não há outra pessoa que me culpe mais do que eu.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A carta

Esta carta publicada por Isabel Moreira no Maria Capaz, sobre a vivência de uma amiga, é um soco no estômago. Como é que é possível existirem monstros assim? É de tirar o sono...

“Tenho 30 anos, sou advogada, entre outras profissões, bem-sucedida, bonita, dizem, casa própria, carro, não tenho de fazer grandes contas para uma vida razoável, uma mulher nascida e criada num ambiente familiar privilegiado, com estudos, com vida, com amigos, com recursos, e um convite para uma exposição de escultura.
Vou e encontro pessoas distantes do mundo ideológico que abracei, ouço, como tantas vezes, o conselho: – tens de sair um pouco dos teus ambientes, são perigosos. Tenho um primo muito bonito, gosta de pintar, é artista, olha que coisa de esquerda, a este vais dar uma oportunidade.
Rio-me do disparate e conheço o tal do primo, bonito, alto, corpulento, conversador. Tinha o encanto do humor.
Fomos jantar duas vezes. Gostei dos lugares. Gostei da conversa. Gostei de recantos.
Ao terceiro jantar, tive uma indisposição e o primo, encantador, ofereceu-se para me levar a casa, a pé, apanhando ar pelo caminho. Chegados a casa, o primo pousa-me na cama e dá-me um copo de água com açúcar.
Encantador.
– Como te sentes, melhor?
– Sim, obrigada, mas ainda fraca e enjoada.
O primo dá-me um beijo nos lábios e aventura-se para o resto do meu corpo de privilegiada. Estou muito fraca, afasto-o e viro-me de lado para dormir.
O primo não aceita e diz-me que vou gostar e de repente é um relâmpago na memória enjoada de um corpo de mulher, de repente é a memória do quarto ficar vazio, inexistente, cheio dele, nem eu lá estava, só aquela posse, ele em cima de mim a suar como uma torneira aberta e a revelação de uns olhos assassinos, só aquela intromissão, ele a prevenir a prova dele, por isso o preservativo, ele a bater-me com método, como uma toalha molhada que não deixa marcas, ele a sufocar-me enquanto me roubava o nome de cada vez que entrava no meu corpo em golpes de dor que chutavam deus, ele a explicar da sua especialidade em corpo humano, um pulso sobre o meu esterno de privilegiada e a voz sussurrante Vês, cabra, mato-te num gesto. E eu?
Eu, a privilegiada, quieta, nem um gesto. Na minha cabeça uma palavra que desenhava por dentro da testa: sobreviver. Senti que ia morrer pela garganta ou pelo externo e por isso obedeci. Fui virada de costas e atingi o limite da dor, não gritei, isto é, gritei pelos olhos enquanto ouvia entre bofetadas: – Por que choras, puta? Tens medo de morrer, puta? Sabes que te mato num segundo, puta? Olha para mim a tirar a camisa limpinha, velha fodilhona que nem sabe fazer um homem vir-se…
Parou. Passado quatro horas, talvez. O primo foi à casa de banho e voltou cheio de balões que fizera com preservativos, para enfeitar o quarto. Ria alto e perguntava: – ainda choras, puta velha?
Estendeu-se ao meu lado e adormeci.
Exatamente. Adormeci. Aquele  corpo violado, cuspido, suado, insultado, resistente, colapsou. Acordei já sozinha. Tinha a casa de banho com fezes espalhadas na retrete.
Não houve queixa. Foi uma escolha consciente.
Levantei-me a custo, lavei os lençóis, telefonei a uma médica amiga, e não havia uma marca.
No corpo.
Tomei remédios para as dores e fui trabalhar.
O primo sabia violar sem deixar esperma, sem deixar nada, deixando tudo.
Tudo foi o silêncio de anos. O não dizer eu fui violada. 
Tudo foi não dar pelo facto de que aquela noite gerou uma tendência para comportamentos de submissão.
Tudo foi passar anos sem descobrir que precisava de falar com alguém, que toda a gente que passa por uma violação tem de falar com alguém, recusar a vergonha e aceitar isto: eu preciso de ajuda.
Porque depois dessa ajuda, eu, a privilegiada, descobri que fui inteligente e corajosa, que não me ter debatido fisicamente foi a minha estratégia de sobrevivência, que não permiti coisa alguma, que a minha ansiedade era normal, e descobri que aquele primo, um homem próximo e não um desconhecido, não me define.
Ganhei eu, entendem?

domingo, 18 de janeiro de 2015

Roma - dicas precisam-se!

A preparar a viagem de 3 dias a Roma, para o fim de abril. Algum hotel que me possam recomendar?? Desta vez estamos a tentar fazer tudo sozinhas, sem agência de viagens...tenho algum receio que dê asneira! Qualquer informação será preciosa!:)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Que a vida é curta

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Dia 1

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Balançar

Hoje acordei cedo e deixei-me ficar na cama a preguiçar mais um bocadinho.
Pensei neste ano que passou tão depressa e no que fiz de mais positivo...concluí que não foi muito. Mantive o meu emprego (o que nos dias que correm já não é mau), entreguei a tese de mestrado (ainda sem nota)...paguei umas férias aos meus pais. Fui o melhor que soube ser. Mas parece-me pouco para 365 dias. Tenho as melhores colegas de trabalho que poderia ter, gosto do que faço, adoro a minha família. E no entanto, continuo a sentir um vazio enorme, que nestas datas parece que cresce ainda mais. Uns amigos meus casaram-se este ano, outra amiga vai morar com o namorado no dia 1...eu não tenho planos. Mais do que não ter ainda a estabilidade financeira que desejaria, embora não esteja mal, não tenho com quem fazer planos. Isso entristece-me. Apesar de reconhecer e dar graças por tudo o resto que tenho, este pequeno grande pormenor está a puxar-me para baixo.
Às vezes não me sinto normal, trabalho imenso, e quando chego ao fim do dia já só me apetece um bocadinho de sossego, não sou de grandes festas nem confusões. O meu grupo de amigos desmanchou-se...foram uns para cada lado, uns por defeito, outros por feitio e outros por contingências da vida. O que sei é que não tenho assim ninguém próximo com quem possa desabafar, alguém que realmente me compreenda.
2014 foi também o ano em que perdi o meu avô.Passaram só nove meses, mas já parece que foi há tanto tempo...tenho saudades dele.
O que mais? Não sei... Sei que vos desejo um óptimo ano novo, que seja possível recomeçar, emendar, perdoar. Que seja tranquilo e emotivo. Que seja maravilhoso e memorável! Que valha a pena.
Feliz 2015!
 

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Em modo férias (são só 3 dias, mas...)

Banho tomado, enroscada no cobertor a ver patinagem artística. Adoro.
Não sei como vou lidar com a próxima semana, sem férias nem feriados...não é uma semana em termos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A todos um bom Nataalll

Desejo-vos um Natal muito muito feliz, aconchegadinho junto daqueles que mais amam!


quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Até me apeteceu chorar (e ainda não passou a vontade)

Ora, grande presente do Pai Natal. 186,13€ a pagar mensalmente à segurança social. Obrigada. Com este frio o que dá mesmo jeito é trabalhar para aquecer. Viva o recibo verde!