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Lá fui eu, lá fui eu...

(não, não foi a caminho de Viseu). Sempre fui à missa de Benção das Pastas. Devo dizer que cheguei lá com uma hora de antecedência porque vi mal o horário (croma...) e choveu durante toda a primeira parte da missa, de modo que a única coisa que vi foram guarda-chuvas. Na segunda parte o tempo deu tréguas, porém os microfones não estavam grande coisa e não consegui ouvir metade do que foi dito.
Bom, valeu pelo sentido, e levantei a pasta bem alto, para me certificar que ficava bem abençoadinha. Não quero partidas do "destino", há que jogar pelo seguro.

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Adeus Amor Adeus ou a Poesia

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mas já desististe De tanto chorar, de tanto chorar E eu não sou de largar, não sou de largar Até o teu sorriso ficou triste Mas já não te prendo Adeus, amor adeus Não queres ficar E eu aceno e finjo que entendo Que no teu barco falte eu Até um dia, amor adeus Até ao dia em que nos teus braços falte eu Até ao dia em que nos teus braços falte eu Amor, adeus Até um dia Amor, adeus E o grito seja mudo Eu quero pedir mas tu já não mudas E o que há de bonito no mundo Não seja nada sem mim Eu quero pedir Nem sei existir De tanto te ouvir De tanto te ouvir Calaram-se as vozes E eu nem sei existir Adeus, amor adeus Sem ser nos teus passos Tu queres sair E a mentir digo que ultrapasso Até um dia, amor adeus Amor, adeus Até ao dia em que nos teus braços falte eu Que no teu barco falte eu Amor, adeus Até um dia Até ao dia em que nos teus braços falte eu Até ao dia em que nos teus braços falte eu E o grito seja mudo E o que há de bonito no mundo Não seja na…

Tão mais fácil