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Madrugadas

A minha tv avariou. Assim, do nada...estava a dar e depois...olhem, já não estava.
Dado este acontecimento ter caído em cima do fim-de-semana, não arranjei ninguém que a consertasse, de modo que ontem à noite não tive outra alterantiva senão ler até vir o sono (a propósito, estou a ler o livro "Filipa de Lencastre - A raínha que mudou Portugal" da Isabel Stilwell, que é uma espécie de biografia romanceada e que está absolutamente fantástica!).
Como sempre acontece, esqueci-me das horas e quando dei conta já era madrugada, olhei em volta...deu-me assim uma espécie de vontade de reconciliação e saudades do meu trengo preferido que não sabe o que quer da vida dele, nem da minha, e pensei em mandar-lhe mensagem. Perguntar-lhe como se sente, quantas capitais europeias já visitou desde a última vez que nos vimos, há 3 meses, se se lembra de mim...Mas depois ocorreu-me que o melhor era dormir, porque já se fazia tarde. Talvez um dia volte a falar com ele, ou ele comigo.

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