Avançar para o conteúdo principal

Adopção/amadrinhamento

Para as meninas e meninos que me perguntaram acerca da adopção ou amadrinhamento de animais, aqui ficam algumas informações:

Se estiverem interessados em adoptar cachorrinhos, cães, gatos ou gatinhos (até rimou e tudo...lol) este site do Banco Alimentar Animal tem vários a precisar de uma casa quentinha: http://ajudaalimentaranimal.blogspot.com/2009/08/d.html
Há também o Refúgio das Patinhas (que não chega para as encomendas, com tantos animais que lá vão parar) já mencionado aqui no blog: http://www.refugiodaspatinhas.org/
Outra forma de ajudar, é com a doação de medicamentos. Uma das associações que se encarrega disso encontra-se no endereço: http://www.patavermelha.com/
Existem concerteza centenas de outras instituições ou voluntários, mas aqui encontram-se aquelas que melhor conheço, especialmente o Refúgio, cujo trabalho e dedicação são, de facto, de louvar.

Além de adopções e amadrinhamentos, são sempre necessárias mantas, passadeiras, detergentes para lavar o chão, camas ou transportadoras para os animais, brinquedos, comidas secas ou enlatadas, etc, etc, etc...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Help

Ajudem-me lá, uma viagem de 4 dias, três na Disney e um em Paris, em regime de meia pensão, 700 euros. É muito? É bom? Ou consegue-se melhor? Sou novata nestas andanças...
Hoje numa sessão de Terapia da Fala vi um menino de nove anos em sofrimento. Tem muitas dificuldades e é posto de parte pelos colegas na escola, batem-lhe, tratam-no mal...Contou-me que sabe que é diferente, que na turma dele há outra menina, que também é diferente, e que os outros gozam com ela, mas ele não, porque também tem problemas e sabe o que é não ter ninguém que nos apoie. Disse-me assim. Acrescentou que de manhã acordou tão feliz porque ia estar com o primo ao fim da tarde...e que depois na escola lhe bateram, não pôde fazer a aula de educação física e ficou lá num canto...que o dia foi uma tragédia. "Preciso de esvaziar o cérebro, não consigo parar de pensar nisto!". Tentei acalmá-lo, animá-lo, traçar um plano com ele, dizer-lhe como agir se uma situação semelhante voltar a acontecer. No fim, dei-lhe um abraço e ofereci-lhe uma caneta colorida e ele disse-me "Obrigada...pela caneta...por tudo. Acho que a minha vida é injusta. Obrigada por me ouvires." ...