Avançar para o conteúdo principal
Ora bem, cá por casa abrem-se os presentes na noite de 24. Por isso, já posso fazer um balanço...
Então, o inventário é o seguinte:
-1 par de botins pretos bem jeitosos
-1 gola assim em tom de coral, muito gira
-1 agenda com fotografias das criações da Joana Vasconcelos que tanto jeito vai fazer
-1 pulseira assim meia alternativa, e cheia de brilhantes que, eventualmente, só usarei na passagem de ano...
-1 porta-chaves da Rapunzel (o meu destino é ficar fechada numa torre sem vestígio de presença masculina...)
-1 blusa, séria o suficiente para eu poder usar em futuras entrevistas
-1 casaco de malha azul
-Dezenas de caixas de chocolate
-Dinheirinho, que há um mestrado para pagar e faz sempe falta
 
Dos meus doentes, recebi um prato de bolo com a rena Rudolfo :), um livro, compotas e chocolates.
As minhas ofertas foram um relógio ao pai e umas sapatilhas à mãe. Para os miúdos, livos, jogos de mesa e os chocolates preferidos de cada um. Os que ainda acreditam no Pai Natal tiveram também direito a um postal escrito pelo próprio, com o resumo do ano e indicações para um 2013 feliz. :)
Às minhas crianças da clínica ofereci bombons da rena Rudolfo, um autocolante do Pai Natal assim tipo medalha de bom comportamento, lápis de cor e livros para pintar e, aos que já sabem escrever, lápis de carvão com uma árvore de Natal a piscar no cimo.:)
 
 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Help

Ajudem-me lá, uma viagem de 4 dias, três na Disney e um em Paris, em regime de meia pensão, 700 euros. É muito? É bom? Ou consegue-se melhor? Sou novata nestas andanças...
Hoje numa sessão de Terapia da Fala vi um menino de nove anos em sofrimento. Tem muitas dificuldades e é posto de parte pelos colegas na escola, batem-lhe, tratam-no mal...Contou-me que sabe que é diferente, que na turma dele há outra menina, que também é diferente, e que os outros gozam com ela, mas ele não, porque também tem problemas e sabe o que é não ter ninguém que nos apoie. Disse-me assim. Acrescentou que de manhã acordou tão feliz porque ia estar com o primo ao fim da tarde...e que depois na escola lhe bateram, não pôde fazer a aula de educação física e ficou lá num canto...que o dia foi uma tragédia. "Preciso de esvaziar o cérebro, não consigo parar de pensar nisto!". Tentei acalmá-lo, animá-lo, traçar um plano com ele, dizer-lhe como agir se uma situação semelhante voltar a acontecer. No fim, dei-lhe um abraço e ofereci-lhe uma caneta colorida e ele disse-me "Obrigada...pela caneta...por tudo. Acho que a minha vida é injusta. Obrigada por me ouvires." ...